“Hip-hop – um movimento musical, que, mesmo mantendo o seu aspecto periférico geográfico e cultural, começa a sair da margem para ocupar lugares no centro e constituir o diferencial de estilo e gosto musical de uma parcela da juventude brasileira que prefere evitar o clichê dos dias atuais, (...). Dessa forma, o hip-hop surge como uma forma de narrar à situação social e econômica a que estão submetidas essas populações, (...).”
O movimento social, que utiliza a música para mostrar a realidade das periferias,
é uma mistura de sons de rua. Nas letras, encontramos críticas a sociedade, ao governo, educação, etc. O movimento surge nas favelas e periferias dos grandes centros. Geralmente, quem participa do movimento são pessoas de classe baixa, que utilizam na música, expressões como o rap, break e grafite para discutir e expor soluções da realidade na periferia.
Nascido nas periferias norte-americanas, o hip-hop conquistou o mundo com sua batida e versos que abordam a realidade dos grupos sociais. No Brasil, não poderia ser diferente, atingiu públicos de todas as idades, raças e classes sociais. Além disso, o hip-hop tem sido tema de diversos projetos sociais que, assim como os fundamentos desse ritmo, acreditam que paz, amor, união e diversão são importantes elos na luta por uma sociedade melhor.
O hip-hop, a cada dia se
torna mais presente. Está em grafites que embelezam ou enfeiam muros e paredes das grandes cidades e nas roupas. É um movimento que invade as metrópoles brasileiras da periferia para o centro. Para muitos jovens, o hip-hop vem fazendo a diferença, mudando jeitos de pensar, dando oportunidades e denunciando a desigualdade social e racial.
Apesar do hip-hop ser um espaço que permite aos jovens das periferias se inserirem na sociedade de forma politizada e crítica, a imagem dos jovens ligados ao movimento nem sempre foi positiva. Os meios de comunicação construíram imagens e representações de uma forma muito negativa, do “delinqüente juvenil”, como se eles fossem uma espécie de inimigo número um das cidades.
O hip-hop tem um forte lado de conscientização. Eles se organizam cada vez mais para que possam criar alternativas para os jovens da periferia não caírem na criminalidade e nas drogas.
O movimento social, que utiliza a música para mostrar a realidade das periferias,
é uma mistura de sons de rua. Nas letras, encontramos críticas a sociedade, ao governo, educação, etc. O movimento surge nas favelas e periferias dos grandes centros. Geralmente, quem participa do movimento são pessoas de classe baixa, que utilizam na música, expressões como o rap, break e grafite para discutir e expor soluções da realidade na periferia.
Nascido nas periferias norte-americanas, o hip-hop conquistou o mundo com sua batida e versos que abordam a realidade dos grupos sociais. No Brasil, não poderia ser diferente, atingiu públicos de todas as idades, raças e classes sociais. Além disso, o hip-hop tem sido tema de diversos projetos sociais que, assim como os fundamentos desse ritmo, acreditam que paz, amor, união e diversão são importantes elos na luta por uma sociedade melhor.
O hip-hop, a cada dia se
torna mais presente. Está em grafites que embelezam ou enfeiam muros e paredes das grandes cidades e nas roupas. É um movimento que invade as metrópoles brasileiras da periferia para o centro. Para muitos jovens, o hip-hop vem fazendo a diferença, mudando jeitos de pensar, dando oportunidades e denunciando a desigualdade social e racial.Apesar do hip-hop ser um espaço que permite aos jovens das periferias se inserirem na sociedade de forma politizada e crítica, a imagem dos jovens ligados ao movimento nem sempre foi positiva. Os meios de comunicação construíram imagens e representações de uma forma muito negativa, do “delinqüente juvenil”, como se eles fossem uma espécie de inimigo número um das cidades.
O hip-hop tem um forte lado de conscientização. Eles se organizam cada vez mais para que possam criar alternativas para os jovens da periferia não caírem na criminalidade e nas drogas.
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